Quando tudo começou...



Olhar para o passado, especificamente o ano de 2005, é enxergar medos e bloqueios, a falta de crença no Deus dos homens, e entrar novamente no labirinto que foi minha vida. Não me recordo exatamente onde e quando tudo começou ou despertei para o que eu chamo hoje da Nova Visão. Nasci de pais não religiosos, aliás, eu nem acreditava em Deus, para mim o Universo nasceu de uma grande explosão e o surgimento da raça humana se explicava pela teoria de Darwin.


Com 8 anos de idade sofria com crises de amigdalite acompanhadas de febre muito alta e pesadelos, estas foram as minhas primeiras experiências com seres que eu nem queria me lembrar, pois a simples lembrança me trazia muito medo. Mas, medo do que Márcia Cristina? Referência ao modo que minha mãe me chamava quando queria impor a seguinte frase: "estou perdendo a paciência".


Medo? Do que? Se eu não acreditava em nada? Mas, morria de medo de algo que nem eu sabia como definir. Fui crescendo no seio de uma família meio que diferente pelos padrões familiares da época, meu pai negro se apaixonou por uma mulher que já era casada e tinha 2 filhos, minha mãe.


A Dona Nilze deve ter enfrentando uma barra na época para entrar de cabeça em um relacionamento com o meu futuro pai. Minha mãe tinha como hobby, ir passear no Aeroporto de Congonhas em São Paulo, sem praia para passear, o paulistano da década de 60 frequentava o aeroporto nos finais de semana para ver o movimento dos aviões, foi num destes momentos que o cupido lançou sua flecha, e meu pai se apaixonou pela minha mãe.


Pelas circunstâncias tenho certeza que meus pais não tiveram a cena clássica da gravata apertada e o belo vestido com véu e grinalda, o padre abençoando a união e o anel dourado declarando publica a relação, certamente o amor dos dois venceu todo o preconceito da época. Desta união nasceram dois filhos, eu e meu irmão, dizia a minha mãe que no dia em que meu irmão nasceu, ela se lembrou de um episódio do III Festival de Musica Popular Brasileira transmitido pela TV Record em 1967, quando o cantor Sergio Ricardo foi vaiado pelo publico, nervoso, o cantor quebrou o vilão e atirou-o contra a plateia, foi a inspiração para minha mãe batizar meu irmão caçula de Sergio Ricardo.


Éramos uma família de 4 pessoas apenas, só depois aos 6 e 7 anos que conheci a família da minha mãe e meus irmãos do primeiro casamento, que ficaram com meus avós maternos na época da separação da minha mãe. Para mim era tão normal toda essa anormalidade, que acho que já eram os primeiros indícios da Nova Visão.


Minha infância foi muito rica em experiências, meu pai nos levava sempre que podia para viajar, principalmente litoral norte de São Paulo, acampávamos, almoçávamos em restaurantes, buscávamos pizzas para o jantar, no Natal meu pai cortava um pinheiro mais alto que ele encontrava e enfeitávamos esperando o Papai Noel, me lembro até hoje, meu pai dizendo: - Filha se você passar com a media 10 em todas as matérias eu lhe darei uma Caloi vermelha.


Meu primeiro desafio conquistado, ganhei uma bicicleta vermelha toda enfeitada com uma linda fita vermelha na minha aprovação para o segundo ano primário. Lindas lembranças, que não se apagaram nos 18 anos de câncer de minha mãe, uma doença agressiva que mesmo assim não a derrubava, ela era resiliente.


Aprendi logo cedo o que era ter resiliência. Resiliência significa a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e saúde mental. Fui me tornando mais forte pelas adversidades da vida, perdi meus pais e me casei com o pai dos meus 3 filhos.


Em 1985 trabalhei numa multinacional, e o que mais queria na época, era ter uma vida harmoniosa com meu marido e filhos, pura ilusão! Os anos foram passando e os açoites da vida aumentando. Hoje vejo que foi um período de lapidação, não podia ser aquele formato de pensamento, passei por muitos processos e tinha que chegar a última instância, e me dispor para a mudança para obter a Nova Visão.


Os açoites da vida continuaram aumentando o desejo de mudança para encontrar o porto seguro, e com a obscuridade da alma se tem como resultado a privação em todos os sentidos. Meu ceticismo me levou a questionamentos tão profundos que me fizeram olhar para o além da vida.


Logo percebi que eu era o problema e também a solução, que por mais que buscasse as realizações materiais algo me mostrava outro caminho, como se tivessem dois caminhos a percorrer: o caminho mais fácil era aquele que eu estava percorrendo, nos círculos viciosos de estagnação, uma aprendiz nas lições que se repetiam, e o caminho mais difícil, o desconhecido, o autoconhecimento, a busca por respostas e entendimentos para varias questões que se repetiam e eu estava longe de entender.


Entrei cegamente neste caminho desconhecido, eu estava em um quarto escuro da vida tentando andar lentamente, tateando as paredes em busca do interruptor para iluminar minha caminhada.


Com três filhos em um casamento desgastado, por ressentimentos, raiva e outros sentimentos negativos, busquei em todas as religiões que me foi possível conhecer, para encontrar respostas às perguntas que tanto ecoavam em meus pensamentos, aprendi a doar minha energia nos Centros Kardecistas, encontrei a palavra vibrada no Budismo, firmei minha fé na Igreja Católica, acreditei nos Senhores da Natureza da Umbanda, encontrei meu dom curador na Messiânica, mas e o meu Deus? Os questionamentos continuavam, não sentia mais os desequilíbrios da vida, até porque meu pensamento era outro: encontrar Deus.


Em 2003, eu tinha sonhos repetitivos, sonhava com minha mãe já falecida, eu estava sentada numa cadeira em frente a uma mesa, minha mãe sentada a minha frente, dispunha em cima da mesa uns papeis que tinham algumas imagens, e para cada papel que ela debruçava sobre a mesa, ela dizia o significado dos desenhos:


- Filha é necessário dar o salto corajoso (primeira imagem), derrubar a forma de pensar (segunda imagem), porque és uma autoridade espiritual na terra (terceira imagem).

Sonhos que me mostravam uma verdade, como eu fosse uma heroína dentro de um cotidiano, que tinha que entender a trajetória do herói. Aonde eu iria reunir coragem, sabedoria e amor por cada passo que traria mais perto do que eu desconhecia, mas era o alimento da minha alma, água para matar a sede nos desertos da vida, que ainda desconhecia o meu objetivo a conquistar.


No ano de 2004, por tantos débitos que estávamos acarretando no casamento, eu e o pai dos meus filhos nos separamos e iniciei com meus filhos uma nova jornada, aluguei uma pequena casa em Cotia, interior de São Paulo e a busca do Divino se intensificou agora mais livre das obrigações de um casamento infeliz.


Na primeira noite dormindo na liberdade de uma cama sozinha, sonhei que estava andando numa rua onde as calçadas estavam todas floridas com rosas bem vermelhas, parei em frente a uma casa e decidi entrar, encontrei uma moça com cabelos pretos longos num vestido vermelho, um aroma de rosas preencheu todo o ar, e novamente como minha mãe a bela mulher me mostrou 3 imagens com significados:

1ª imagem: iniciou

2ª imagem: o salto corajoso

3ª imagem: encontro do silencio interior.


Quando acordei me senti completa, e entendi que aquela mulher do sonho plasmava no formato da figura materna, minha mãe, para eu aceitar as mensagens, era uma Cigana. Decidi buscar mais informações sobre o povo Cigano, como não tinha dinheiro e cansada de pensar como iria conseguir dinheiro para sustentar eu e meus filhos, fui relaxar minha cabeça, eu adorava passar as tardes livres no Sebo do Largo de Pinheiro/SP aonde eu sempre era "direcionada" sempre a comprar o livro que tinha as respostas para meus anseios.


Quando em uma das prateleiras entre vários livros, encontrei um livro que possuía uma capa familiar, uma imagem que me foi trazida em sonho. BINGO! As imagens eram cartas do Tarot de Marzelha, comprei o livro e devorei todo o conhecimento em 2 dias, quando sonhei com a Cigana e com as imagens Ela dizia:

1ª carta: O Louco, o salto corajoso

2ª carta: O Mago, iniciar, buscar da espiritualidade para manifestar na Terra.

3ª carta: A Torre, mas é necessário para derrubar a forma e pensar.

4ª carta: O Papa, porque és uma autoridade espiritual.

5ª carta: O Eremita, mas necessita silenciar o mental.


Logo percebi que os 2 dias de estudos do livro que comprei foram jogados fora com a mensagem da Cigana, isto significava que Ela estava me passando novas informações de cada carta do Tarot. Um conhecimento que dava sentindo a minha vida de erros e sofrimentos, de medo e dor, de solidão e fraqueza, já não era mais resiliente.


Alias dizem que quando nos tornamos mães, a nossa totalidade se parte em pedaços, e nos tornamos mais frágeis, fortes porque temos que ser o exemplo, mas muito sensíveis. Me sentia fraca na busca de encontrar Deus! Quase todos os dias abria tarot para curar minhas feridas, meus filhos eu curava-os com alegria, dando força para que eles conseguissem passar pelo período escolar, e trazendo até eles a imagem positiva do pai, porque era o pai deles.


Numa madrugada em minha casa fui dominada por uma vontade imensa de escrever, mesmo sem sair da cama, peguei meu caderno de anotações do lado da cama e quase que mecanicamente comecei a escrever. Eram mensagens de auxilio para as minhas dores tão profundas, um remédio para os meus pensamentos. E nem imaginava que poderiam ser escritas palavras tão profundas como um calmante para minha alma tão cansada de procurar o meu tão distante porto seguro.


Todas as respostas que tanto procurei nos caminhos religiosos por onde passei, estavam ali naquela mensagem: "Salve Poder Supremo, Trazes dons espirituais implantado em vosso espirito, herança espiritual ancestral bloqueada, por essa razão passas por desequilíbrio na vivência terrena, enquanto não penetrar na verdadeira Força que te rege viverá nos círculos viciosos de estagnação...".


Era reconfortante toda noite ser acobertada por tamanha força que revigorava meu corpo, minha mente, trazendo um novo pulsar pela vida. Eu fechava os olhos, adormecia e uma força envolvente me acordava sempre entre 2 e 3h da manhã. As mensagens que eu lia pela manhã me fazia compreender os eventos da minha vida, que com paciência Eles, o meu Grupo Espiritual, assim que assinavam, trariam ensinamentos para o meu treinamento evolutivo. O encontro de Deus se daria no encontro comigo mesma, pois a cada lapidação interna eu estaria mais próxima do exercício pleno do meu ser.


Todo o equilíbrio que eu tanto buscava na vida estava naquelas cartas, que a principio eu achava que era pura imaginação minha e frases jogadas em um papel, mas era muito mais que isso, me confortava. E por incrível que pareça eu não tinha medo, ia escrevendo uma, duas, três cartas por noite, no pequeno quarto alugado com meus 3 filhos, e a vida seguia dormindo hoje e pensando no que íamos comer no dia seguinte.


Contei a algumas pessoas próximas a mim sobre esse meus contatos da noite, diziam que eram espíritos brincalhões, obsessores, que não era para dar atenção, logo aprendi com o ditado: boca fechada não entra mosquito. Era muito mais forte do que eu, e além do mais tudo que eu tanto busquei de respostas estava escrito naquelas folhas do meu caderno universitário. E as leituras de tarot? Seguiam forte, e a Cigana muito mais próxima de mim. Um dia, as cartas me disseram que eu deveria atender algumas pessoas, mas sem a cobrança em dinheiro, apenas com doação.


Meu Deus??? Preciso de dinheiro, para comer, pagar aluguel, roupa para os filhos, água, luz, etc, etc. Era uma criança ainda engatinhando na espiritualidade, e assim eu fiz!

Atendia pessoas do bairro, amigos, amigos dos amigos, menos meus familiares. Família? Quando nasci minha família já era de 4 pessoas, e meu irmão o único que poderia me ajudar também estava com vários processos no casamento, o pai dos meus filhos com a separação afirmou que, como eu sai de casa não tinha direito a nada isso incluía os filhos também, enfim eu continuava em uma família de 4, eu e meus 3 filhos.


Cada pessoa que eu atendia com o Tarot, como doação me trazia incensos, pão doce comprado na padaria próximo de casa, 1 kg de feijão, arroz, enfim comida não iria me faltar. Teve um dia que eu nunca me esqueço, uma senhora chamada Dona Luzia, perguntou se poderia doar o fermento de Cristo, um fermento que era uma corrente que as pessoas iam passando esse fermento em um pote de plástico e que todos usavam esse fermento para fazer pães. Abri o tarot para Dona Luzia e eu e meus filhos comemos pães por dias, era só misturar o tal fermento com farinha e sempre tirar uma parte para se ter no dia seguinte e doar uma parte, meus filhos adoravam, até o que o gás acabou. Neste dia tinha que abraçar a minha resiliência, afinal ainda não tinha encontrado Deus.

Em 21/01/2005 recebi uma mensagem dos Mentores Espirituais, para sair do local onde eu morava com meus filhos e alugasse um local maior. Como, se mal tinha dinheiro para pagar o aluguel e comprar comida, como eu iria mudar da onde eu estava, abrindo tarot em troca de saco de arroz? Em fevereiro comecei a fazer faxinas na casa de umas amigas, começou a melhorar, era com esse dinheiro que eu trazia alimento para casa, mas ainda não dava para alugar uma outra casa.


Já estava tudo determinado, depois de uns meses numa das Mensagens meu Grupo Espiritual me pediu para eu fazer cestas esotéricas, algo inusitado que nunca tinha ouvido falar. Comprei pequenas cestas de vime, incensos, objetos esotéricos de decoração, ervas para banho, ervas secas para limpeza do lar, tudo com o que sobrou do dinheiro das faxinas.


Meu Grupo Espiritual não iria ter todo o trabalho de descer do Além para eu vender cestas esotéricas? Eles tinham um coelho na cartola, a pessoa que compraria a cesta daria de presente a outra pessoa, e com o nome a data de nascimento eu traria as mensagens canalizadas, trazendo todas as informações escritas em um papel dos processos e desequilíbrio físicos, emocionais e espirituais.


Imagine, foi um sucesso, tinha dia que eu entregava 5 cestas, larguei meu emprego de faxineira. Foi na época do final do ano de 2004, muitas pessoas contrataram meu serviços porque era um presente de auto ajuda, criativo e espiritual. E no dia 28/01/2005, veio à primeira mensagem de um Preto Velho que dizia que o novo local que eu deveria alugar, teria o nome de Sala da Consciência Universal, onde a consciência humana iria ser ampliada, porque existe uma Mente Universal que controla tudo, e que era preciso se ligar a essa Mente Universal, e que a sala teria que ter paredes brancas, porque o branco agrega todas as cores.


Quando consegui juntar os valores necessários para alugar o novo local, as mensagens me pediram para encerrar o trabalho com as cestas esotéricas. E em 11/11/2005 mudei com os meus 3 filhos para a nova casa de 4 cômodos, e uma das salas seguindo a diretrizes do Preto Velho abrimos a Sala da Consciência Universal.


No primeiro dia de atendimento vieram 11 pessoas, um formato de trabalho que dizia que cada um tem um poder espiritual, um dom que foi implantado a muito tempo dentro de cada linha ancestral, e este é o momento para obter as respostas para o equilíbrio físico, emocional, mental, para elevar a vibração espiritual, uma diretriz espiritual que trouxe inovações para o alinhamento do ser e da sua união com o ancestral.


As mensagens psicografadas continuavam me fortalecendo nesta Nova Visão, muitas duvidas surgiram no meu mental, nunca achamos que somos capazes. Mas, nesta caminhada não estava sozinha; Caboclo Sr. 7 Espadas, Vovó Maria Conga, Yariri, Exú Sr. 7 Encruzilhadas, Exú das Correntes, Cigana Carmencita, Todos assinavam as mensagens trazendo o amparo do caminho a seguir.


Em 29/11/2005, recebi uma mensagem psicografada do Exú Sr. 7 Encruzilhadas que dizia: você tem 14 dias para encontrar uma casa de dois andares, e encontrei. Em 18/12/2005 inauguramos a nova casa, o Templo dos 7 Caminhos Universais, porque 7 são os caminhos a percorrer, firmando todo o conhecimento que trago até hoje com a ajuda e a proteção do Guardião 7, meu Guia Espiritual de Ampliação do Conhecimento.

O Sr. 7 tomou conta da minha vida e no final de 2006, Ele me disse que iria trazer um homem forte para o meu coração, eu até relutei estava muito bem na família em 4, me transformei em alguém melhor, mais suave, mais harmônica e mais integrada. A vida deu a cada um de nós a capacidade de amar. Entreguei-me nos olhos de um rapaz solteiro, e meus filhos aceitaram sermos uma família de 5. Por muito tempo cultivei lembranças ruins de um relacionamento com o pai dos meus filhos. O Sr. 7 me mostrou que todo processo negativo da minha vida fazia parte da construção do aprendizado do amor, sentindo todos os sentimentos contraditórios, eu estava aberta para uma nova união.

Segui não mais sozinha, poderia compartilhar de novos ensinamentos falando para as mulheres com mais propriedade, porque tinha uma família. Em 14/12/2009, recebi uma mensagem do meu Guardião e Protetor Sr. 7: "Descansará por 60 dias, o Templo dos 7 Caminhos Universais fechará.".


Uma avalanche de pensamentos brotou em minha cabeça: por quê? O que fiz de errado? O que deixei de fazer? No Templo dos 7 Caminhos Universais desenvolvíamos as pessoas individualmente porque cada um tem um dom, uma historia e uma forma diferente de desenvolver a mediunidade. Esse ciclo já tinha encerrado, eu que não sabia.

As mensagens do Sr. 7 eram muito determinantes, fechei o Templo, para firmar lá na frente o Cria ti na Luz. Foi um longo caminho a percorrer, e o que ficou de tudo isso foi uma vontade inabalável de quebrar os círculos de estagnação e evoluir, dar sempre o ponto final no ontem e me abrir para um novo inicio, buscar mais e mais respostas para se aproximar mais um pouco no caminho do encontro a Deus.


Acredito que todos temos dons específicos, cada um ligado em sua linha ancestral. A Egrégora Cria ti na Luz, acredita que cada um é parte do Todo, mas vivemos fragmentados pelos processos do passado, e entramos em desequilíbrio, no físico, emocional, mental e espiritual. Quando você tem a leitura do seu passado e o entendimento de tudo o que passou, entra em sintonia com o hoje, com o agora, porque o passado não te persegue mais, e assim a cura se firma.


A vida é uma jornada para estar mais próximo da descoberta de si, uma queda em abismos aparentemente insondáveis do emocional, porque nunca entendemos os processos do passado, somos reféns de sentimentos e emoções que sabotam a visão verdadeira do que somos capazes de obter.


Como um imã, atraímos os resultados negativos da vida, como falta de amor, depressão, falta de reconhecimento, escassez do dinheiro, dificuldade nos relacionamentos e muitos outros obstáculos da vida. Eu acabei encontrando Deus no olhar dos meus filhos, na superação de cada obstáculo, na alegria das conquistas familiares, na minha resiliência, em cada atendimento, em cada obrigado.


Encontrei Deus na experiência da minha vida! Deus está no homem ou na mulher capaz de lutar e vencer suas limitações pessoais e históricas do dia a dia.

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